Depoimentos
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Além de usar os símbolos da campanha, você pode ajudar dando o seu depoimento. Aqui você pode falar sem medo sobre sua experiência – seja ela própria ou não – com a violência doméstica contra a mulher. Sua atitude será reconhecida e você poderá ajudar milhares de mulheres nesta causa de solidariedade.
Depoimento de Maria da Penha Maia Fernandes, que dá nome à Lei Federal 11.340/2006 na II Conferência de Políticas para as Mulheres do Tocantins
"Senti muita emoção. Porque antes da lei me sentia órfã da justiça. A minha colaboração se deu pela persistência. A Violência está relacionada à força física e à cultura, que faz com o que homem sinta-se superior à mulher. Essa vitória é de todos os movimentos sociais. Iniciei uma luta solitária, em 1983, que fui vítima de agressão, nessa época não tinha delegacia especializada da mulher, que só foi ser criada em 1985. Hoje, me sinto vitoriosa por ser mulher e por ter colaborado com essas mudanças que estão acontecendo. Hoje o comportamento de homens e mulheres precisam de outros valores. Viver sem violência é mais do que viver sem nenhum tipo de agressão. É viver com respeito e consideração. É não acreditar na superioridade masculina."
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Leila Renat dos Sntos Pantoja - 46 - Itaboraí/RJ
1 comentários
Depoimento enviado em 13/06/2010
Existem muitas formas de violencia,Eu me sinto violentada,pois vivo com um homem deste 1991,e trquei minha vida pela dele,mudei de cidade,fiquei em casa,me deixei engordar e me tornei artesâ,(Fomos morar em um sitio)desta forma eu vivia achando que era feliz,pois tinha um amigo,companheiro e tudo mais perfeito,eu acreditava ser feliz.Depois de alguns anos meu marido um homem mais velho que eu 15 anos,começou alegar velhice,impotencia e outras coisas e nossa vida sexual acabou,porem tinhamos um relacionamento tão solido que me permite esta falta,nunca sai em busca de aventura,respeitei.Bem, no final do ano passado descobri que este homem que dizia para mim ser impotente,diabético e doente,tem uma amante a 15 anos ou mais e que tal mulher foi uma ex-empregada domestica nossa.Ela por sua vez depois de descoberta passou a me mandar mensagens e me ligar para me mostrar o quanto sabe da minha vida,me dessaforar e me chamar de louca.Ele não negou nada,mas disse que o caso acabou e que tal mulher só se aproximou agora por que ele terminou com ela.Amigas estou vivendo no inferno,sinto-me trite e magoada,meu marido deixou de fazer sexo comigo a 8 anos por se disser doente e me aparece com uma amante!e eu!depois veio a verdade a respeito do homem que vive comigo,que antes me defendia todos tempo e hoje admite que sua amante me chame de louca,nunca permitiu ou quis que eu trabalhasse e agora diz que o meu problema é falta de trabalho e de homem.Bem sinto-me violentada nas atitudes,nas palavras e na confiança.Chequei arrumar tudo para ele ir embora,mas ele não foi e não vai.E eu estou presa a um falso casamento,junto ao um homem que disse para mim que não ama mais nem a mim e nem a amante,que ele apenas que ficar quieto em casa.Por isso eu digo existem muitas formas de sermos violentada.Para mim,não apanhei na carne,mas apanhei na alma,na auto-estima.Hoje estou com suspeita de um cancer de mama,e nós sabemos que esta é uma doença emocional e o meu esta completamente fora de orbita.Espero que eu sobreviva a tudo isto e encontre uma razão para viver.
Comentários
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Lucia
12/07/2010
Leila, voce tem razao, existem muitas maneiras de violencia, controle economico, menosprezo moral, desqualificacao, desrespeito e por ai vai. Tente falar com alguém, é importante vc desabafar e agora se concentar em vencer o cancer de mama. Vai conseguir, força! um grande beijo