Depoimentos
Você é parte fundamental desta corrente!
Além de usar os símbolos da campanha, você pode ajudar dando o seu depoimento. Aqui você pode falar sem medo sobre sua experiência – seja ela própria ou não – com a violência doméstica contra a mulher. Sua atitude será reconhecida e você poderá ajudar milhares de mulheres nesta causa de solidariedade.
Depoimento de Maria da Penha Maia Fernandes, que dá nome à Lei Federal 11.340/2006 na II Conferência de Políticas para as Mulheres do Tocantins
"Senti muita emoção. Porque antes da lei me sentia órfã da justiça. A minha colaboração se deu pela persistência. A Violência está relacionada à força física e à cultura, que faz com o que homem sinta-se superior à mulher. Essa vitória é de todos os movimentos sociais. Iniciei uma luta solitária, em 1983, que fui vítima de agressão, nessa época não tinha delegacia especializada da mulher, que só foi ser criada em 1985. Hoje, me sinto vitoriosa por ser mulher e por ter colaborado com essas mudanças que estão acontecendo. Hoje o comportamento de homens e mulheres precisam de outros valores. Viver sem violência é mais do que viver sem nenhum tipo de agressão. É viver com respeito e consideração. É não acreditar na superioridade masculina."
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Luciana - 30 - Santa barbara d'oeste/SP
1 comentários
Depoimento enviado em 14/06/2010
No meu caso eu não fui agredida pelo meu marido e sim por um desconhecido ,eu fazia caminhada pela manhã quando fui atacada por um homem que dizia ter uma faca se eu não fizesse o k ele mandasse que ele me mataria ali mesmo,algumas pessoas virão o homem me levar p/o mato e nada fizerão por achar q se tratava de marido e mulher ou mesmo casal de namorados,depois dele ter consumado o ato pedi socorro na vizinhança e sempre tem aquelas péssoas q nunca podem te ajudar,mas apareçerão alguns rapazes que passavão pelo local e me socorrerão,chamamos a policia e procurarão mas não o encontrarão fui ao hospital e fiz todos os procedimentos,mesmo com algumas horas de atraso tomei o coquitel faço tratamewnto com piscologo do sus e faço exames periodicos já completou um ano que isso aconteçeu comigo,meu marido fez toda uma investigação encontrou o agressor e nós o denunciamos a policia fui a delegacia fiz o reconhecimento e na explosão do momento ele acabou que por me ver e confessou aos policiais que teria sido realmente ele o autor do fato comigo,os policias ali presente disserão ter puxado sua capivara e disse que ele teria outra passagem pelo mesmo motivo em outro estado,eu acreditando que o agressor fikaria prezo acreditei q justiça seria feita mas não aconteceu o que eu esperava o liberarão como sou leiga não entendo até hj como isso pode ter acontecido,mas denunciei e acredito sim que um dia a justiça será feita.E vim aqui deixar o meu depoimento por mais que isso seja constrangedor acredito que todas as mulheres que so~frão qualquer tipo de agreção ou violencia deva denunciar sempre.E mesmo assim continua com a minha luta pra perder peso e quem sabe um dia a tão sonhada cirurgia plastica pra tirar exeço de pele e ter minha auto estima melhorada.Ou até mesmo quem sabe vcs ai dá avon consiga quem sabe me dar um empurraõzinho nesta minha luta pra conseguir a minha sonhada transformação,já me increvi em alguns programs de tv mas ainda não tive a sorte de ser uma das sorteadas.Tenho procurado informações sobre talves como consiga pelo sus mas ainda não tive nenhum retorno.Continuo minha luta ,pois sou mãe de 2 filhos que precisão de mim e precisão de uma mãe bem .è isso essa é minha historia!Facil encarar uma situação dessas não foi e nem tem sido facil pois ao fechar meus olhos pra dormir não consigo esquecer,acho que nunca esquecerei mas não posso deixar de continuar vivendo,mesmo que as lembranças não seja das melhores.E espero que todas as mulheres q passe por uma situação assim não tenha medo de por a cara pra bater e denunciar sempre!E tenho fé de um dia ver o monstro que fez isso comigo pagando por tanto sofrimento que fez a mim e a todos que estão ao meu redor passar!
Comentários
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Lucia
12/07/2010
Luciana, com certeza é difícil falar de uma situação como essa, mas falar é o primeiro passo, esse assunto de violência não pode ser um tabú,certo? Parabéns pela coragem!